Como seria bom se as pessoas que se propõem ser pai ou mãe pudessem ter acesso a esse conhecimento, infelizmente não acontecem isso e ainda há aqueles que duvidam que isso se fundamente. Aventuram-se em se afirmarem orgulhosamente como “pãe” (Mãe e Pai em uma só pessoa). Como se isso fosse possível.
sábado, 10 de janeiro de 2015
Comentando sobre "A primeira castração"
Como seria bom se as pessoas que se propõem ser pai ou mãe pudessem ter acesso a esse conhecimento, infelizmente não acontecem isso e ainda há aqueles que duvidam que isso se fundamente. Aventuram-se em se afirmarem orgulhosamente como “pãe” (Mãe e Pai em uma só pessoa). Como se isso fosse possível.
sexta-feira, 26 de dezembro de 2014
Considerações sobre *Conscientizar-se
* http://pordentrodoser.blogspot.com.br/2014/12/conscientize-se.html
Excelente
reflexão! Faço algumas considerações a algumas
palavras, que fora do domínio profissional tornam-se precisas ou expansivas.
Mas, que não altera em nada ou quase nada, tudo que foi observado no texto
‘Conscientizar-se’.
Como terapeuta
você diz que nesse processo o primeiro passo é conscientizar-se. Fora do
setting, no meu olhar, vem primeiro a vontade (palavra também muito abrangente)
ou a aceitação, ou a coragem. Muitos têm plena consciência, de todo embrólio de
sua vida, mas tem uma ‘vontade’ bem conveniente. Acreditam ser um bom diretor e
não um mero ator, como os demais, no teatro da vida.
Fazer terapia dói
muito, mesmo. E nesse lugar não dá pra administrar ou ‘dirigir’ a angustia. O
desconforto é tão grande que para alguns é melhor desistir. E nem a plena consciência
de toda a necessidade de trabalhar o que deve fazer para melhorar não é o
bastante para fazer algo.
sexta-feira, 18 de abril de 2014
Conversando com a Jú
Uma postagem que a Juliana Silveira me enviou me fez expor um pouco do que penso...
Sei que há muito
tempo, quando meu pai ainda estudava, as escolas públicas eram as melhores e
muito disputadas. Fazia parte do currículo escolar: francês, latim, entre
outras línguas e matérias interessantes. Acho que, pelo que vejo das pessoas que passaram por essa
época, que o curso era muito bom, ou as pessoas eram muito melhores que as de
hoje! Rs...
segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
Associações Futebolísticas
Acho que devido a um chifre,
fiquei com raiva de copa. Uma coisa daquelas que agente não justifica muito facilmente é essa
associação futebol/chifre/raiva. Alguém
poderá dizer: o que é tem uma coisa com a outra? Só Freud explica! Direi que é algo semelhante ao pavor desmedido e
irracional que alguns desenvolvem em relação a baratas, por exemplo. Ou seja,
suprime o real pavor, e elege algo que o subsistirá.
Mas, nunca gostei muito de
futebol, e não foi difícil passar a ser
totalmente avessa a copa. Assim, para mim, não me comove qualquer
resultado. Por isso mesmo, me omito
opinar sobre esse assunto, por não entender, por não gostar e por me sentir
pressionada a torcer. Pelo menos para o Brasil! É o que ouso. Bah!
domingo, 21 de julho de 2013
Paixão, amor e solidão - (meu comentário)
Pois é Dona Leila...
Acho que você cercou muito bem esse assunto, vou dizer o que mais? Você vai do céu ao inferno. Em todo caso, fico com a ideia da possibilidade de sermos bem resolvidos, com todos os pré-requisitos colocados por Freud, coisinha muito simples para famílias ‘margarina’. Educam-nos, e nem nos questionamos o que e porque pensamos assim ou assado.
Assim, vamos vivendo o grande dilema, entre o desejo de simbiose e o desejo de liberdade. Desse modo,
sábado, 16 de março de 2013
Recebi esse texto por email:
http://www.informe.me/politica/brasil-um-pais-surrealista/#comments
e resolvi comentar...
Eu, Jacqueline, adoro uma cerveja, mas não dirijo... Mas, também
não tenho carro. Então para mim a lei seca, não é uma coisa que eu defenda (ou
não) em causa própria.
Acho a lei seca certíssima! E já deveria ter sido colocada em vigor
há muito mais tempo, e nem vou me alongar em dizer porque penso assim,
simplesmente é sensato, questão de bom senso.
Mas há pessoas que só tem queixa quando é algo que atrapalha sua
vidinha em particular. Enquanto algum fato 'prejudicar' um desconhecido ou
conhecido, um amigo, um vizinho, um parente distante, alguma catástrofe bem
distante... Tudo bem, não é problema meu. Para essas pessoas, não tem nenhum
sentido criar lei para defender animais, mulheres, gays, ecologia, povos
indígenas, minorias, e tantas outras coisas que não lhes afetam diretamente.
Sendo franca, acho que nossas leis não incompreensíveis, esdrúxulas
e ridículas. Assim como as instituições
judiciária, carcerária, etc. Falar das polícias, e todo esse sistema,
seria estender num discurso anacrônico.
Quanto à frase do autor do texto:
sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
Cuidar ou ser cuidado
Lendo a publicação "Cuidar ou ser cuidado" do blog: http://pordentrodoser.blogspot.com.br, fiz um comentário e compartilho aqui.
Acho que sempre existe uma justificativa para sermos como somos.
A
família, o meio em que estamos inseridos, a época em que nascemos e uma
série de coisas que vemos, tocamos, ouvimos, sentimos... Nossas
experiências de um modo geral. Olha que ainda tem aqueles que dizem que
temos influência de vidas passadas!
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