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domingo, 21 de julho de 2013

Paixão, amor e solidão - (meu comentário)


Pois é Dona Leila...

Acho que você cercou muito bem esse assunto, vou dizer o que mais? Você vai do céu ao inferno.  Em todo caso, fico com a ideia da possibilidade de sermos bem resolvidos, com todos os pré-requisitos colocados por Freud, coisinha muito simples para famílias ‘margarina’.  Educam-nos, e nem nos questionamos o que e porque pensamos assim ou assado.

Assim, vamos vivendo o grande dilema, entre o desejo de simbiose e o desejo de liberdade.  Desse modo,

sábado, 24 de dezembro de 2011

Porque tê-los?



Oi  Jú!

Parece lincado de alguma forma na mente das pessoas, que as mulheres têm que ter filhos.  E que só serão felizes se tiverem. Geralmente esse filho tem que ser biológico, não vale se for adotado.

Parece que existe uma consciência coletiva que fala: ‘as que não têm filhos são frustradas!’ Talvez porque passe a idéia de que não tiveram de fato um homem, sei lá!

Assim, passamos a acreditar em vários desses mitos impostos por uma sociedade machista/ opressora. Mesmos as mais escolarizadas e esclarecidas das mulheres, acredite, acreditam.

sábado, 12 de junho de 2010

Registros inconscientes

Comentário feito ao texto do Blog: http://pordentrodoser.blogspot.com/



O que REPRIMI... Esse é mais um elemento que temos conhecimento consciente, somente depois que procuramos nos conhecer.

Como poderíamos imaginar que algo em nós foi transformado, por exemplo, naquele medo pavoroso, descabido, desproporcional, à beira do irracional, teriam suas justificativas num recalque? E o que recalcamos? Qual a circunstância desagradável que o nosso ego quis nos proteger?

Essa nossa mente!... Cheia de labirintos comanda por nosso ego sempre a procura de nos defender e cria as mais fantásticas peripécias para nos livrar do sofrimento!

Não é fácil se conhecer! Temos que encarar nossos monstros, levantar o tapete, limpar os armários, parar de fugir!

Precisamos muitas vezes de ajuda para isso, mesmo assim não é fácil. Não é fácil encontrar com o que foi escondido de nós mesmos e por nós mesmos, ao ponto de não ter em nossa consciência o seu registro. Chega ser assustador esse encontro. Talvez seja por isso que existem aqueles que não querem, de forma alguma, fazer uma terapia.

Estarei encontrando não o que recalquei, mas encontrarei com alguém inesperado, encontrarei comigo mesma. Uma EU já esquecida em meu inconsciente.

As justificativas a esse ‘esquecimento’ pertencem ao domínio de uma lógica que só aquela mente, daquela época, naquelas circunstâncias poderá dar sentido lógico dentro de todo seu contexto.

O que escondi? Ou melhor: O que transformei para não sofrer? O que recalquei?

É certo que ao sermos confrontados numa situação de perigo nosso reflexo instintivo nos oferece duas opções: ou Enfrentamos (lutamos), ou Fugimos. Nas duas formas estamos nos protegendo. Do que me protegi?

Acredito que ao nos escondemos de nós mesmos, passamos a acreditar no que nos deixa mais confortáveis, pelo simples medo nosso ego vai nos proteger.



domingo, 25 de abril de 2010

Reflexões Sobre Ser Feliz

Ao ler o Texto do Blog do Prof. Renato Dias Martino

http://pensar-seasi-mesmo.blogspot.com/2010/04/reflexoes-sobre-ser-feliz.html

fiz um longo comentário e resolvi publicá-lo aqui:


Martino

Penso que a felicidade não é coisa desse mundo.

Ao mesmo tempo em que acredito que seja uma coisa simples ao mesmo tempo não é fácil cultivá-la.

Da mesma forma que vamos aprendendo a viver a vida vivendo, aprendemos que nem sempre o que desejamos nos fará feliz.

Como você diz: “Nada que é real pode trazer certa fonte inesgotável de felicidade.”

Não dá pra se conceber algo como objeto de felicidade. A felicidade não está em outro lugar que não seja em nós mesmos e sem que se compartilhe com o outro, essa felicidade parecerá alienada, fantasiosa, ilusória, narcísica.

Sinto que existe um caminho do meio nessa história.

Embora queiram nos fazer acreditar, vê-se pelas novelas principalmente, que tudo é felicidade quando as pessoas se casam, tem filhos e/ou ficam ricas.

Nessa relatividade da felicidade que aspiramos, confundimos também com as nossas alegrias, como se fosse possível ficarmos permanentemente alegres.

Vive-se intensamente para evitar a tristeza. A vida fica tão agitada que não se tem tempo pra pensar em tristeza. A agitação provoca estímulos fortes com reações fortes e assim se perde a sensibilidade, porque as paixões dopam. Se a mente é sensível não precisa de agitação.

Mais uma vez lhe cito: “é fundamental para o bom funcionamento mental, admitirmos períodos de tristezas, até para que se possa posteriormente, viver momentos felizes. A felicidade e a tristeza encontrar-se internos em nós e buscam encontrar representantes externos.”

Acho uma grande aventura em um campo imenso de possibilidades encontrar, compartilhar a vida com uma outra pessoa, e ser livre. Já que tudo está o tempo todo em processo de mudança e nada é permanente.

Adorei seu texto.



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