quinta-feira, 12 de março de 2015

Mais Louco...






Deixo aqui, minhas observações que pode ser equivocada (ou não) mas.... é como vejo o arcano O Louco. Que a Pro me corrija!

Para mim não existe carta boa ou má. Esse juízo de valor só pode ser colocado se, e somente se,  espera algum resultado ou benefício. Se eu não crio expectativa e não coloco o desejo, ou projeção de MEUS conceitos de bom e ruim... Não existe carta ruim ou boa, a priori.

No momento estamos dissecando O Louco, que em seus aspectos não mostra que está incluido no manual de ‘cara bem comportado’. Ele não se encaixa nos padrões convencionais da sociedade.

Ele não se preocupa se você gosta ou não dele. Não dá a mínima pra sua opinião. Não segue regras. Não tá apegado a nada. Não dá a mínima pra coisas que foram convencionadas pela Tradição Família e Propriedade. Não tá apegado a nada, nem a ninguém.

Mas acredito que ele seja humanista, que é leal, que é um pacifista, que respeita a vida, que seja um ecologista, talvez até seja vegetariano... rs... Que as bandeiras que ele defenda sejam as que se vinculam com a paz e o amor.

Há quem veja no seu comportamento uma forma egoísta, porque  acham que ele só pensa nele, eu não acho. 

Para mim, ele diz: viva e deixe-me viver, e deixe que eu viva como quero viver. A sua música seria: Alegria, alegria de Caetano Veloso. Uma frase do Louco seria: “sem medo e sem esperança” que é de autoria de um monge tibetano que não lembro agora (ajuda ai Jú – Juliana Silveira).

Então, o Louco, é tudo que você queria ser e fazer, e não é, e não faz, por conta de viver numa sociedade e se sentir na obrigação de dar satisfações a ela.

Ai... se você quer casar... o Louco é ruim. Se você quer comprar uma casa, o Louco é terrível! E... Por ai vai!
Adoro o Louco, somos íntimos. Hahhahahahhha...



domingo, 8 de março de 2015

O Louco




Dormi com o Louco e foi uma loucura...

Pude ver muito, de como o Louco é. Ele é leal, mas não é fiel.

Não dá pra viver com o Louco e enquadra-lo, nem sei se ele me ouve, me escuta ou analisa o que falo... Sei que ele não respeita as regras sociais, o superego dele não foi ‘trabalhado’, mas sei que ele é consciente disso.

Assim, pra viver com o Louco sem ser outro igual... Só, se fingir que é louco também, ou não tiver a pretensão de achar que está em um relacionamento conforme o manual dos ‘normais’.

Acho, que só o cachorro dele, o aceita ele como ele é.

Mas deve ser bom é ser o Louco, coisa bem difícil nos dias de hoje. Vê se num é uma maravilha... viver sem culpa!

Ponho-me a imaginar o que é que é essencial pra ele? O que leva ele naquele gibão?

O Louco me faz acreditar que é possível ser feliz sendo irresponsável.

Sua companhia não é indicada para quem acredita no amor romântico, pra quem gosta de sentir segurança, para quem gosta de fazer planos. Parece que ele não sonha, não cria expectativas. 

Ele se basta.

Mas o que o tornou assim? Grande pergunta!

Ele é sábio, acho que é... e me encanta.

No final do encontro, desejei que pudéssemos nos ver outra vez, mas acho que ele não é daqueles que telefona no dia seguinte.

Bom, isso tudo foi uma estimativa minha em decifrar o Louco. Interessante mesmo deve ser ver o mundo na perspectiva do Louco. Isso sim, deve se muito louco!




      

sábado, 10 de janeiro de 2015

Comentando sobre "A primeira castração"


A primeira castração: http://pordentrodoser.blogspot.com.br/2015/01/a-primeira-castracao.html


Como seria bom se as pessoas que se propõem ser pai ou mãe pudessem ter acesso a esse conhecimento, infelizmente não acontecem isso e ainda há aqueles que duvidam que isso se fundamente.  Aventuram-se em se afirmarem orgulhosamente como “pãe” (Mãe e Pai em uma só pessoa). Como se isso fosse possível.

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Considerações sobre *Conscientizar-se

 * http://pordentrodoser.blogspot.com.br/2014/12/conscientize-se.html

Excelente reflexão!  Faço algumas considerações a algumas palavras, que fora do domínio profissional tornam-se precisas ou expansivas. Mas, que não altera em nada ou quase nada, tudo que foi observado no texto ‘Conscientizar-se’.

Como terapeuta você diz que nesse processo o primeiro passo é conscientizar-se. Fora do setting, no meu olhar, vem primeiro a vontade (palavra também muito abrangente) ou a aceitação, ou a coragem. Muitos têm plena consciência, de todo embrólio de sua vida, mas tem uma ‘vontade’ bem conveniente. Acreditam ser um bom diretor e não um mero ator, como os demais, no teatro da vida.

Fazer terapia dói muito, mesmo. E nesse lugar não dá pra administrar ou ‘dirigir’ a angustia. O desconforto é tão grande que para alguns é melhor desistir. E nem a plena consciência de toda a necessidade de trabalhar o que deve fazer para melhorar não é o bastante para fazer algo.

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Conversando com a Jú

Uma postagem que a Juliana Silveira me enviou me fez expor um pouco do  que penso...


Sei que há muito tempo, quando meu pai ainda estudava, as escolas públicas eram as melhores e muito disputadas. Fazia parte do currículo escolar: francês, latim, entre outras línguas e matérias interessantes. Acho que, pelo  que vejo das pessoas que passaram por essa época, que o curso era muito bom, ou as pessoas eram muito melhores que as de hoje! Rs...

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Associações Futebolísticas

Acho que devido a um chifre, fiquei com raiva de copa. Uma coisa daquelas que agente não justifica muito facilmente é essa associação futebol/chifre/raiva.  Alguém poderá dizer: o que é tem uma coisa com a outra? Só Freud explica! Direi que é algo semelhante ao pavor desmedido e irracional que alguns desenvolvem em relação a baratas, por exemplo. Ou seja, suprime o real pavor, e elege algo que o subsistirá.
Mas, nunca gostei muito de futebol, e não foi difícil  passar a ser totalmente avessa a copa. Assim, para mim, não me comove qualquer resultado.  Por isso mesmo, me omito opinar sobre esse assunto, por não entender, por não gostar e por me sentir pressionada a torcer. Pelo menos para o Brasil! É o que ouso. Bah!

domingo, 21 de julho de 2013

Paixão, amor e solidão - (meu comentário)


Pois é Dona Leila...

Acho que você cercou muito bem esse assunto, vou dizer o que mais? Você vai do céu ao inferno.  Em todo caso, fico com a ideia da possibilidade de sermos bem resolvidos, com todos os pré-requisitos colocados por Freud, coisinha muito simples para famílias ‘margarina’.  Educam-nos, e nem nos questionamos o que e porque pensamos assim ou assado.

Assim, vamos vivendo o grande dilema, entre o desejo de simbiose e o desejo de liberdade.  Desse modo,

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