sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Cuidar ou ser cuidado


Lendo a publicação "Cuidar ou ser cuidado" do blog: http://pordentrodoser.blogspot.com.br, fiz um comentário e compartilho aqui.

 

Acho que sempre existe uma justificativa para sermos como somos.


A família, o meio em que estamos inseridos, a época em que nascemos e uma série de coisas que vemos, tocamos, ouvimos, sentimos... Nossas experiências de um modo geral. Olha que ainda tem aqueles que dizem que temos influência de vidas passadas! 

domingo, 18 de março de 2012

Angustia X Fantasia





Li o texto Angustia X Fantasia, do blog Por dentro do ser, de Leila Viana.  É um texto de julho de 2009: http://pordentrodoser.blogspot.com.br/2009/06/angustia-x-fantasia.html?spref=fb     Essa leitura levou-me naquele momento algumas reflexões, que hoje ao reler continua fazer  todo sentido.
Assim segue meu comentário:




terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Anônimo






Acredito no grupo  http://anonanalytics.com/   ,  eles tem ‘se mostrado’, ironicamente,  comprometidos com sua proposta. Eles querem mostrar suas ações e se escondem no anonimato para não sofrerem as consequências legais. Penso que fora esse pessoal, poucos conseguem a proeza de não se mostrar.


Muito comum é procurar a notoriedade. Ser destacado por algo e ser reconhecido por isso é ter como recompensa, o prestígio, que seduz e é embriagador. Tudo isso só é desejado quando acontece a exaltação para si de valores positivos, naturalmente. Pode ser até de gosto duvidoso a notoriedade, para alguns, mas isso é outra coisa. Acontece também de se ser lembrado pelas burrices que se fez e é claro que ninguém gosta, mas... Ser reconhecido como “O cara!” é naturalmente desejável. A vaidade ou narcisismo se confunde com a autoestima.



sábado, 24 de dezembro de 2011

Porque tê-los?



Oi  Jú!

Parece lincado de alguma forma na mente das pessoas, que as mulheres têm que ter filhos.  E que só serão felizes se tiverem. Geralmente esse filho tem que ser biológico, não vale se for adotado.

Parece que existe uma consciência coletiva que fala: ‘as que não têm filhos são frustradas!’ Talvez porque passe a idéia de que não tiveram de fato um homem, sei lá!

Assim, passamos a acreditar em vários desses mitos impostos por uma sociedade machista/ opressora. Mesmos as mais escolarizadas e esclarecidas das mulheres, acredite, acreditam.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Critério




Aprendi que quando as regras não são estabelecidas ou respeitadas, para não  acontecer arbitrariedades de diversas ordens, o melhor  para se administrar o imprevisível é ser coerente, justo, imparcial... Para tanto, melhor é se adotar CRITÉRIO.


Pensei bastando sobre isso e vi que essa idéia é válida para muitas situações do dia-a-dia, quando na  vida se tem a motivação de ser equânime.

Tenho uma preocupação muito grande em ser justa. Ser justa, não é simples nem fácil, é sempre uma tentativa, uma busca constante que é facilitada quando simulamos nos colocar no lugar do outro. Sem ter que apelar pra o Art. 5º da Constituição: Todos são iguais perante  a lei, sem distinção de qualquer natureza... Ou, tentando ser mais justo, seguir a visão do filósofo Aristóteles "O princípio da igualdade consiste em tratar igualmente os iguais e desigualmente os desiguais, na medida em que se desigualam".

domingo, 18 de setembro de 2011

Perdoar...



Bossa Nova não é exatamente o estilo musical de minha preferência, gosto de todo tipo de música, diferente da maioria das pessoas que geralmente preferem um determinado estilo ou músicas de uma certa época, gosto muito de ouvir músicas novas, novas composições, regravações, novos ritmos...

Então o rádio tava ligado tocando Insensatez’, em espanhol, e achei lindo! Por isso tive curiosidade de ouvir melhor a letra e fui levada a refletir um pouco sobre o perdão...

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Cada um com suas causas


 

Por convicção, por luta, por ideal, por culpa, por ideologia ou por razões  inconscientes, cada um abraça alguma causa. Mas o que nos leva abraçar uma causa?

Um novo ativista veste a camisa da causa de forma tão surpreendente  que nem parece ser a pessoa que fora antes.

‘Repentinamente’ o uso do humor negro, sempre despreocupado, não faz mais parte do repertório de piadas de mau gosto e causos ‘engraçados’, justificados anteriormente pelo jargão: “posso perder o amigo, mas não posso perder a piada!”.

Topo