domingo, 18 de setembro de 2011

Perdoar...



Bossa Nova não é exatamente o estilo musical de minha preferência, gosto de todo tipo de música, diferente da maioria das pessoas que geralmente preferem um determinado estilo ou músicas de uma certa época, gosto muito de ouvir músicas novas, novas composições, regravações, novos ritmos...

Então o rádio tava ligado tocando Insensatez’, em espanhol, e achei lindo! Por isso tive curiosidade de ouvir melhor a letra e fui levada a refletir um pouco sobre o perdão...

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Cada um com suas causas


 

Por convicção, por luta, por ideal, por culpa, por ideologia ou por razões  inconscientes, cada um abraça alguma causa. Mas o que nos leva abraçar uma causa?

Um novo ativista veste a camisa da causa de forma tão surpreendente  que nem parece ser a pessoa que fora antes.

‘Repentinamente’ o uso do humor negro, sempre despreocupado, não faz mais parte do repertório de piadas de mau gosto e causos ‘engraçados’, justificados anteriormente pelo jargão: “posso perder o amigo, mas não posso perder a piada!”.

sábado, 14 de maio de 2011

O Óbivio



Parece incoerente...  Mas, cada vez mais me surpreendo com coisas óbvias.

Parece coisa de tonto, mas não é bem assim. Acho que isso acontece com mais freqüência do que se imagina. 

domingo, 8 de maio de 2011

Meu Calor...


Meu calor é semelhante ao momento que tomo uma caneca café.

Ele me aquece por dentro, me traz conforto.

Nos dias frios só preciso relaxar e deixar que minha alma saia de mim.

Assim encontro toda paz que desejo.



segunda-feira, 18 de abril de 2011

Como uma almofada fofa

Não é uma questão de escolher, como eu pensava. Estou falando do encontro consigo mesmo que escrevi anteriormente postado aqui, “Conflito” : 
Achei que seria apenas querer ou não querer. Afinal pessoas escolhem e fazem até retiros espirituais,  entre algumas razões, para marcar esse encontro consigo mesmo.
Embora a Leila me dissesse sempre: Não tem como fugir! Não era assim que eu percebia...
Negar o que é evidente, evitar o confronto, fugir, mentir toda uma vida para si mesmo... Assim se faria a escolha de não mergulhar em si mesmo.
E a Leila teimava e repetia: Não tem como escapar!
Mas, o que eu conseguia perceber repetidamente era a fuga desesperada desse encontro.
Um dia... CLICK! A Leila me disse: Presta atenção nos sintomas! Abriu-se uma cortina e entrou o SOL na minha mente! Foi quando finalmente percebi... É como uma almofada que não está totalmente estufada. Quando um lado é pressionado o outro infla.   



sexta-feira, 18 de março de 2011

Meu Precioso

Quando se recebe ou se conquista algo, da qual já se tinha perdido as esperanças de ser possuidora de tal coisa, acontece o mesmo comportamento da criança egocêntrica que ganhou o brinquedo que foi sonhado por muito e muito tempo.
Falo daqueles desejos sonhados por toda uma vida, e que por demorar tanto se realizar, parece que nunca vai acontecer.  Parece que nunca acontecerá e o tal sonho já parece impossível... Quando acontece, quando se realiza... Bumm! A pessoa se transforma em tudo o que ela nunca foi. É a realização da felicidade!  Isso esta mesmo acontecendo? Duvida-se que esta seja a vida real ou que seja um merecimento. Quanta alegria! Quanta felicidade! Não se cabe em si!
No fundo há um sentimento de não ser merecedora daquela conquista, sabe-se lá por que. Então, acaba-se por se tornar refém do que foi conquistado.
O medo de perder é maior que o prazer da conquista. Corre-se o risco de perder há qualquer momento o sonho de toda uma vida. Pode-se ser roubado por qualquer um. Todos que vêem tal felicidade, cobiçam, desejam, invejam. Quanto perigo! Que perigo! E é constante! Não dá pra baixar a guarda! É preciso estar alerta sempre, sempre vigiando, sempre cuidando. O medo e o perigo estão em todo lugar.
Nada mais fala tão bem sobre isso como a frase de José Saramago: "Gostar é provavelmente a melhor maneira de ter, ter deve ser a pior maneira de gostar." Assim perde-se a tranqüilidade, a paz pela felicidade por ter “o meu... meu bem mais precioso...”.


sábado, 5 de março de 2011

Conflito


Dentro da ilusão de cada um, podemos nos contentar com nosso estado mental, físico, espiritual mesmo que a aparência externa seja adversa. O que nos incomoda, mesmo sem querer reconhecer que há esse incômodo, é a insistências em encontrar e apontar o que está desconfortável do lado de dentro. Há um permanente adiar desse encontro que se tem marcado consigo mesmo. Dessa torturante busca, ou fuga, por se reconhecer, ou se conhecer, surge o conflito do eu comigo mesmo. Não seria melhor continuar se distraindo com tudo que nos cerca? 



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